Existem várias lendas em torno da origem dos chás. A mais popular é que os chás surgiram na china por volta de 2.800 anos a.c., por um Imperador chinês chamado Shen Nung, considerado o ?Pai do Chá?. Conta-se que ele estaria fervendo água embaixo de uma árvore e que algumas folhas caíram na água sem que ele nota-se. Ao provar, sentiu um gostoso aroma e sabor, e desde então, começou a realizar várias experiências. Ao passar dos anos, o uso do chá tornou-se um hábito comum na China, mas, usado apenas como bebida aromática.
No século XVII, a Inglaterra trouxe para a Europa os chás da China, motivada, segundo alguns estudiosos, pela escassez do café no mercado mundial. Nesta época, o chá era usado apenas como bebida aromática, seus efeitos terapêuticos ainda não eram conhecidos, e apenas as classes mais altas da sociedade tinham acesso a ela, devido ao seu valor elevado. No século XVIII, devido a diminuição de impostos e ao aumento das regiões produtoras de chá no mundo, o chá tornou-se um produto barato, e tornou-se acessível ás classes mais baixas da população.
Desde a descoberta do chá como bebida aromática até os dias de hoje, muitos estudos foram feitos para provar suas propriedades farmacológicas. Os índios deram uma grande contribuição para os estudos sobre os chás, devido aos seus grandes conhecimentos sobre plantas e ervas, que eram e são usadas até hoje, na medicina indígena. Ao longo de muitos anos e de muitos estudos, foi-se descobrindo os vários benefícios e propriedades curativas que as plantas possuem.
Atualmente muitos estudos ainda estão sendo feitos, devido a vasta variedade de espécies de plantas encontradas, que ainda não foram catalogadas e estudadas. Acredita-se que muitas doenças que ainda não tem cura, podem vir a tê-las, através do estudo de plantas ainda não estudadas. Durante alguns destes estudos, foi descoberto que o Chá Verde, a Camellia sinensis , possui polifenóis, substância que reduz o desenvolvimento de tumores malignos e que o Banchá, Thea sinensis, tem o poder de bloquear a replicação do vírus Influenza Humano Tipo A e do HIV-1.
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