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segunda-feira, 7 de novembro de 2011
quarta-feira, 12 de outubro de 2011
10 demônios culpados pelo mau comportamento dos homens
Durante a Idade Média, demônios eram presenças constantes. Responsabilizados por tudo, desde vozes roucas a nudez pública, demônios eram uma força onipresente e um culpado viável para todos os aspectos ruins da natureza humana.
Demonologistas medievais escreveram enciclopédias inteiras, incluindo A Chave Menor de Salomão, Compendium Maleficarum, História Admirável, e Pseudomonarchia Daemonum (em português, “falsa monarquia dos demônios”), dedicados à classificação de demônios e suas contribuições.
Conforme as pessoas se afastaram da crença nessas forças malévolas, começaram a admitir responsabilidade pelo próprio comportamento ruim. Confira uma lista de demônios responsáveis por vários comportamentos na verdade humanos:
1 – ARDAD, O DEMÔNIO QUE FAZ OS VIAJANTES SE PERDEREM
domingo, 28 de março de 2010
Consciência Pós Morte na Ciência
Segundo Carlos Antonio Fragoso Guimarães a Psicologia Transpessoal é a corrente mais avançada em Psicologia que acredita na consciência pós a morte. Segundo Carolina Ioca a Psicologia Transpessoal é um instrumento de pesquisa da natureza essencial do ser. Para ela a energia nunca morre, mas sempre se transforma. A energia seria igual a consciência que seria igual ao infinito.
Aporte a Psicologia, na medicina, uma pesquisa de quase morte feita em dez hospitais da Holanda, pelo dr. Sam Parnia e o dr. Peter Fenwick observou mil e quinhentas pessoas em seu leito de morte. Destas, noventa por cento sofreram ataques cardíacos e dez por cento, foram vítimas de acidentes.
Foram constatadas mortas pois o coração, a respiração e os impulsos cerebrais haviam parado.
Dez por cento destes pacientes, que puderam ser ressuscitados, tiveram certas experiências no tempo em que estavam mortos.
Como exemplo relataram que podiam ver e ouvir o que estava acontecendo na sala onde estavam. Já que haviam sido considerados mortos, como isso pode acontecer? Alguns pacientes reconheceram pessoas que ajudaram na sua ressurreição. Outros se lembram das conversas entre os médicos. Eles enxergavam o que os médicos faziam para trazê-los de volta à vida.
Estas pesquisas são muito curiosas. Como explicar que pessoas devidamente mortas possam ter vivenciado as situações reais que ocorriam no hospital.
Nesta mesma pesquisa alguns pacientes experimentavam inclusive ver e ouvir coisas em outros lugares do hospital. Um deles, relatou que foi até o recinto ao lado e conversou com uma mulher que também estava clinicamente morta.
Um relato impressionante foi que enquanto do lado de dentro os médicos trabalhavam pra ressuscitar um homem, este mesmo homem jura que foi passear, viu um conhecido no parque, o que foi confirmado depois pelo próprio.
Neste mesmo passeio o paciente testemunhou um atropelamento na rua. O atropelado e o paciente chegaram até a conversar. O atropelado sumiu em uma luz, o paciente sentiu uma forte atração para voltar para o hospital.
Os pesquisadores checaram a história na delegacia. O atropelamento aconteceu exatamente como ele falou. Incrível!
A pesquisa foi tão motivadora que os médicos formaram uma fundação para estudos sobre vida pós morte, vista a necessidade de continuar pesquisas em escala maior.
Dark.
http://pankration.proboards3.com/index.cgi?board=rir&action=display&thread=642
Cemitério na Praia
Existem fatos inexplicáveis que seriam difícil até de enumerar nesse relato. O que se segue não é um conto - é um fato de muitos que ocorreram e ocorrem nessas bandas.
A cidade de Japaratinga, em Alagoas, tem várias praias belas, e hoje se tornou 'point', com várias pousadas - algumas delas de padrão internacional. Veraneio nesses ermos desde início da década de 80 do século passado - quando digo "ermos" não é por acaso. No início do loteamento, apenas cinco casas eram de veranistas, e as moradias de pau-a-pique dos moradores nativos eram espaças e isoladas no coqueiral, cujo único acesso ainda é uma estrada de barro batido e com quase nenhuma iluminação durante as noites.
Pois bem: o antigo cemitério da localidade foi abandonado devido ao avanço do mar, que adentrou no cemitério, desfazendo antigas tumbas, tanto suntuosas quanto paupérrima.
No verão de 87, éramos adolescentes em busca de novas emoções. Várias vezes fomos alertados por nossos pais para respeitar os costumes e sentimentos locais quanto ao velho cemitério abandonado. Mas, vocês sabem, a curiosidade matou o gato. Durante a noite, saíamos de carro dizendo ir ao vilarejo - o problema é que o local em questão fica a meio caminho do povoado, então...
Sempre nos desafiávamos a permanecer no centro do cemitério por cinco minutos sem correr do 'spot' determinado, ou remover algo de um sepulcro recente para provar o "feito de bravura". Com efeito, nesse ano tivemos uma das maiores ressacas dos últimos tempos, o que castigou bastante o combalido campo-santo. Na manhã seguinte, fomos constatar os efeitos da arrebentação das ondas sobre o terreno.
Parecia um campo de ossos - caixões semienterrados na barreira, pélvis, clavículas, costelas, vértebras e tudo quanto se faz necessário para montar um esqueleto espalhava-se pela areia da praia. Mas faltava o principal: Crânios. Vasculhamos a palmo a palmo e nada... As meninas, mais afoitas - acredite quem quiser - debruçavam-se sobre os restos e cascavilhavam em busca do "troféu". Tanto fizeram, que conseguiram.
Estava na água rasa, deve ter rolado da barreira e ido parar lá no mar. Tinha um tom castanho de osso velho e apresentava a dentição perfeita num sorriso eterno, um fato raro, que não chamou a atenção naquele momento. Voltamos triunfantes, mas temerosos, pois se nossos responsáveis descobrissem - adeus praia por vários dias.Fomos até a casa de nossa valente arqueóloga, os pais estavam no Recife, escondendo o dito-cujo debaixo do armário dela.
Quando a noite avizinhou, os problemas começaram. Resolvemos "brincar" com o copo e descobrir o nome do usuário da peça furtada. No início era só risadagem, sustos intencionais e nada do copo reagir. Cansados da brincadeira nos levantamos para beber água e apreciar alguns quitutes. Foi quando ouvimos claramente uma espécie de brinde - de copo batendo em copo - vindo da sala. Voltamos.
O mais absoluto silêncio havia se instalado. Depois de alguns segundos começamos a nos acusar e rir - "...pensa que me pega nessa...", "...ha, foi você...". Do grupo inicial de doze restaram apenas sete querendo ir adiante com a sessão. Reiniciamos com a pergunta básica: "Têm alguém aí", "Você é de luz ou da escuridão". E o copo não se manifestava. Desistimos da concentração e começamos a conversar - e então o caldo entornou...
Nossa amiga começou a chorar compulsivamente e a falar coisas desconexas "...desculpa, desculpa, desculpa...", "...deixa...", "...não, eu prometo..." - ríamos da pantomima: "quem ela pensa que pega com esse show...ha,ha,ha,ha,ha..." De súbito, ouvimos o uivar característicos dos coqueiros açoitados pelo vento forte. As janelas de madeira de ficha rangiam com a pressão, a areia penetrava pelas frestas, a luz ficou fraca deixando tudo amarelado e penumbroso - nos amontoamos no canto da sala, só ela permanecia sentada à mesa, naquela lamúria. BLAMMM - a janela abriu-se depois do estalar do ferrolho.
Para total pavor - daqueles que tiveram coragem (ou insensatez) de continuar com os olhos abertos - estava prostrado um vulto em frente à janela, era uma noite escura, mas aquela sombra conseguia enegrecer ainda mais o ambiente. Pasmados, vimos nossa amiga parar de soluçar, levantar-se, ir até a janela, parar por um segundo defronte ao vulto e fechá-la. O vento cessou de imediato e luz ficou forte novamente, levantamos e fomos ampará-la, pois estava cambaleante. Perguntamos o que ela tinha presenciado e antes de fechar os olhos exaustos disse firme: "ele quer a cabeça de volta!".
Autor: Jaime Alheiros
As Três Profecias de Fátima
A Virgem, numa das suas famosas aparições ocorridas a partir de 13 de Maio de 1917 em Fátima aos pastorinhos Lúcia, Francisco e Jacinta, transmitiu três mensagens apocalípticas sobre o futuro, duas das quais, referentes à 2º Guerra Mundial e à conversão politica da União Soviética, já se cumpriram.
A terceira profecia era um segredo que só o Papa teve conhecimento durante muito tempo A pequena Lúcia, a única sobrevivente do prodígio, pois Jacinta e Francisco morreram em consequência de uma gripe, guardou silencio absoluto sobre esta previsão durante toda a sua vida.
Em 1976, já freira, tendo adoptado o nome de irmã Maria da Dores, revelou o segredo, bem guardado, ao próprio Paulo VI. Ninguém sabia o que a vidente comunicou ao Papa, mas os presentes ficaram perturbados ao observarem como após a revelação, Paulo VI ficou emocionado e se afastou visivelmente chocado de Lúcia.
Era o anuncio de uma Guerra Mundial? Da confirmação do fim da Humanidade? Nos dias de hoje a terceira previsão foi revelada ao Mundo recentemente, a qual se referia a um atentado à vida do Papa João Paulo II, que também já ocorreu.
Aparição de Virgem Maria no Texas
Devotos passaram a cultuar uma assadeira após cozinheiras de uma escola no Texas encontrarem imagem similar a de Virgem Maria na base da mesma. Céticos dizem que se parece mais com uma mancha aleatória disforme.
Mas, após tentativas fervorosas de removê-la falharem, rumores de uma aparição divina se espalharam e agora peregrinos aglomeram-se em um santuário provisório em devoção a Santa.
Guadalupe Rodriguez, funcionária da cantina que primeiro viu as marcas disse: "Na terceira lavagem comecei a olhar tentando descobrir o que era, me pareceu que era a Virgem Maria".
A aluna Anel Vila disse: "Me disseram que a Virgem estava na cafeteria, Eu corri pra lá para ver, Meu Deus era a Virgem. Eu chorei quando a vi com meus próprios olhos".
A diretora, Lyda Guerrero disse: "Acho que alguém estava nos vigiando. Acho que alguém está vigiando esta comunidade, este distrito escolar e esta escola".
Um novo santuário foi armado agora, no lado de fora de uma casa de um membro da associação de pais e mestres, mas outros clamam por sua custódia.
No passado, a Virgem Maria já apareceu em sanduíches de queijo na Flórida, em uma passagem subterrânea em Chicago e em uma bolha no chocolate em uma fábrica na Califórnia.
Fontes: CBS News Videos
A Lenda do Drácula
Conde Vlad Tsepesh Aka Dracula
Vlad Dracula (pronuncia-se Dracúla) ou Vlad, O Empalador, foi um príncipe que realmente existiu, no qual Bram Stocker baseou o famoso Conde Drácula. Dracula nasceu na Transilvânia em 1431, na cidade de Sighisoara, ou Schassburg. Seu pai, Vlad Dracul (Vlad, O Demônio), foi membro um da Ordem do Dragão, o que significava um pacto de luta eterna contra os turcos. O nome Dracul significava Dragão ou Demônio, e se tornou símbolo de seu pai porque ele usava o símbolo do dragão em suas moedas. Com a idade de apenas 13 anos, Dracula foi capturado pelos turcos, que o ensinaram a torturar e empalar pessoas. Mas foi sob o seu reinado de em Wallachia, de 1456 a 1462, que ele realmente teve a chance de usar seus conhecimentos. Foi nessa época que surgiu a maioria das histórias. Por exemplo: um dia Dracula viu um homem com a camisa suja e maltrapilha. Ele perguntou se o homem tinha uma esposa, e o homem respondeu que sim, Dracula percebeu que ela era uma mulher saudável e cheia de fibra, e a chamou de preguiçosa. Como castigo, ela teve as mãos decepadas e seu corpo empalado. Ele procurou uma nova esposa para o homem e mostrou a ela o que acontecera com sua preguiçosa predecessora como uma forma de aviso. A nova mulher, definitivamente, não era preguiçosa.
O outro nome de Dracula, Tsepesh (ou Tepes), significava empalador. Vlad era chamado assim devido à sua propensão para o empalamento, como uma forma de punição para seus inimigos. Empalamento era um método particularmente medonho de execução. A vitima era posta em um cavalo empurrada em direção a estacas polidas e untadas a óleo, de forma a não causar a morte imediata.
Esposas infiéis e mulheres promiscuas foram punidas por Dracula, tendo seus órgãos sexuais cortados, a pele arrancadas enquanto vivas e expostas a publico, com suas peles penduradas próximos aos seus corpos. Dracula apreciava especialmente execução em massa, em que várias vítimas eram empaladas de uma vez, e as estacas içadas. Como as vitimas se mantinham suspensas do chão, o peso de seus corpos faziam com que descessem vagarosamente pela estaca, que, devido a base lisa, ia arrombando os órgãos internos.
Para melhor apreciar o espetáculo, Dracula rotineiramente realizava banquete em frente às suas vitimas, e era um prazer para ele alimentar-se entre os lamentáveis sinais e ruídos de suas vitimas morrendo. O atual castelo de Dracula fica ao norte da Wallachia, na cidade de Tirgosvite. Vlad Tsepesh aka Dracula morreu em 1476. Algumas histórias contam que ele morreu em uma batalha disfarçado de turco. Como a vitória estava próxima, ele correu para o alto de um penhasco para apreciar tudo, mas foi confundindo com um turco e morto por seus próprios homens.
A tumba de Dracula fora aberta em 1931, mas estava vazia a não ser por um deteriorado esqueleto, uma coroa de ouro, uma gargantilha com a idéia de uma serpente e fragmentos de traje de seda vermelha, com um sino costurado. Infelizmente seus restos mortais foram roubados do History Museum of Bucharest (Museu Histórico de Bucareste), onde foram depositados
Fonte:
Coleção “A obra-prima de cada autor” Martin Claret / “Drácula-O Vampiro da Noite” Bram Stocker/ Introdução; “Os vampiros existem?”
quarta-feira, 9 de dezembro de 2009
O Necronomicon
As mentes mais cépticas afirmam que O Necronomicon é apenas um livro fantástico criado por H.P. Lovecraft. Os autênticos investigadores e amantes dos mistérios esotéricos do mundo pensam que é um volume de conhecimento proibido escrito por Abdul Alhazred que muito quiseram destruir para evitar que certas coisas sejam reveladas. Diz-se que nele existem fórmulas que permitiam contactar com entidades sobrenaturais de imenso poder. Alias, o livro incluía muitos rituais para ressuscitar os mortos ou para viajar nas dimensões onde habitavam estes seres sobrenaturais. É conhecido como um livro de saberes.
O titulo original do livro era “Al Azif”. Azif é um termo utilizado pelos árabes que designar o barulho nocturno produzido pelos insectos. Este ruído suponha-se que era o murmúrio dos demónios.
A obra foi composta por Abdul al-Hazred, um poeta louco de Yemen, no ano 700. O certo é que foi um muçulmano pouco devoto, adorando entidades desconhecidas que chamava Yog-Sothoth e Cthulhu. Diz-se que este poeta passou dez anos no vazio do grande deserto que cobre o sul da Arabia, conhecido como “espaço vazio” ou “deserto escarlate”. Os rumores contam que este deserto que está habitado por espíritos que protegem o mal e por monstros da morte. Pessoas que dizem ter passado por ele contam que ali sucedem coisas muito estranhas e sobrenaturais. Diz-se que Abdul al-Hazred escreveu o livro durante os últimos anos da sua vida.
Pelo ano 950, o Azif foi traduzido ocultamente para grego por Theodorus Philetas de Constantinopla, de onde o nome agora é mais conhecido: Necronomicon. Durante um século teve lugar certos feitos horríveis, segundo se diz devido à sua influência. Por isso o livro foi proibido e queimado. Por existirem referências posteriores a ele pensa-se que nem todos os exemplares fora destruídos, e assim pode-se ter feito novas cópias.
O que está claro é que o Necronomicon foi um dos livros que mais impacto causou na sociedade em toda a história. Isto é devido a o que para muitos é uma simples ficção, para outros é realidade. Para as Sociedades Ocultas, é um livro real, pois muitos dos maiores Ocultistas de todas as épocas o estudaram, praticaram e comprovaram a sua realidade. Mas há um feito, pelo menos intrigante: se o Necronomicon é apenas um livro de ficção… porque é que a Igreja Católica o proibiu?
Fantasma da torra de Londres
A torre de Londres é um edifício que possui uma grande história. Foi construída no século XI por Guilherme I O Conquistador. Mas é muito mais que uma simples torre: é um complexo que foi primeiro uma terrível prisão onde foram fechados personagens ilustres como: Thomas Becket, Lady Jane Grey, Sir Walter Raleigh… Posteriormente foi um castelo, depois uma depósito de armas e, finalmente, graças à sua fortaleza inatacável, o guardião das jóias da Coroa.
A torre de Londres também é conhecida pelo seu passado sangrento, de quando a torre era uma prisão. Os seus muros viram bastantes membros da família real de Inglaterra a serem executados. Talvez por todas estas mortes, a torre de Londres é um dos lugares mais encantados do mundo. Muitos visitantes dizem ter visto fantasmas de pessoas que foram executadas lá. Estas almas ficaram ali até encontrar o descanso eterno.Um dos primeiros testemunhos escritos testemunhava a visão de um dos numerosos fantasmas aparecidos na torre de Londres, que foi fechado desde 1241. A aparição é do fantasma de Thomas Becket, que morreu lá. Foi assassinado por erdem do rei Enrique II em 1170. A primeira aparição do seu espírito foi 71 anos depois do seu homicídio na Torre. Nas recentes obras de restauração da torre, não é raro que os trabalhos se atrasem devido aos acidentes atribuídos a Thomas Becket.
Anna Bolena foi decapitada por adultério em 1536. Foi a primeira rainha Inglesa executada em público na torre sangrenta. Não tendo nenhum caixão para ela, foi colocada num caixão velho demasiado pequeno e enterrada debaixo da capela de São Pedro Ad Vincula. O seu espírito foi visto em muitas ocasiões vagueando ao redor da torre, sobre tudo no dia do aniversário da sua execução. A sua ultima aparição foi em 1936, onde apareceu a um sentinela.
Margaret Pole foi decapitada nos seus 70 anos, por vingança, por ordem do rei Enrique VII. O dia da sua execução, que resistiu a ser decapitada, que até fugiu. Encurralaram-na na torre verde e o seu carrasco a derrubou com vários machados, que a fizeram morrer com muito sofrimento. Diz-se que o seu espírito aparece todos os anos, no dia da sua morte, na torre verde.
Lady Jane Grey foi prometida ao rei Eduardo VI, mas ele morreu prematuramente. Então ela foi casada à força com Guildford Dudley. Mas eles não reinaram muito tempo, pois 15 dias mais tarde foram levados para a prisão. Com apenas 15 anos, Lady Jane Grey foi decapitada como o Guildford Dudley, que foi decaitado um tempo depois. Ambos os amantes foram vistos a passear pelos passeios, chorando pela sua amada numa janela próxima a Beauchamp Tower e ela na torre de sal.
Mas o fantasma mais célebre da torre de Londres é sem duvida o do rei Enrique VI, que foi apunhalado por ordem de Eduardo IV, em 21 de Maio de 1471, enquanto rezava na sua capela privada na torre Wakefield. Se diz que se o vê as vezes, rezando como quando foi assassinado.
Por causa da sua morte, o seu trono foi oferecido ao seu filho mais velho, de 12 anos. O duque de Gloucester, o regente, declarou que os outros 2 filhos do defunto eram ilegítimos e foram encarcerados na torre de Londres. Nunca mais foram vistos. A lenda diz que foram executados na torre sangrentos. Pode-se ver os seus fantasmas na mesma torre.
Podem-se ver também outros fantasmas mas são fantasmas estranhos que não foram identificados. Como vemos, a fama de ser um dos lugares mais encantados do mundo foi ganha merecidamente.
Castelos fantasma
Existem muitos casos de “Castelos Encantados ou Fantasma”, sobretudo em Inglaterra e Escócia, onde não falta histórias de aparições em torno a enormes e misteriosas mansões lendárias.
Em grande parte, estas lendas são ainda mais assustadoras por causa do ambiente tétrico dos castelos: São lugares muito grandes, escuros e, sobretudo, com muitos séculos de historia. Aqui vos mostramos alguns dos mais famosos:
Castelo de Castelluccia (Itália)
Devido a dividas de jogo o Conde Rimbabito foi obrigado a vender os estábulos e os seus cavalos foram levados para outras terras. Infelizmente os cavalos não se deram bem com a mudança de clima e faleceram. Quando estes morreram, o Conde estava seguro que podia ouvir os seus cavalos, cavalgando livres. Os seus servos também os escutavam porque os sons eram fortes. A lenda diz que os espíritos dos cavalos voltaram ao lugar que tanto amavam e de noite cavalgavam os campos de Castelluccia tal como faziam antigamente. Hoje em dia os ruídos continuam!
Castelo de Ripley (Grã-Bretanha)
Diz-se que o castelo está assombrado: uma freira bate às portas dos quartos de visita. Se a convidarem, pode entrar no quarto.
Palácio de Buckingham (Inglaterra)
Neste famoso palácio um monge atado com correntes aparece no terraço no dia de Natal. Também se ouve um tiro, talvez seja a manifestação do suicídio de Eduardo VII.
Castelo Hermitage (Escócia)
Sobre este castelo correm muitas lendas: Ouvem-se gritos, portas que sem motivo não se abrem ou fecham. Inclusive assegura-se que se vê um anão vestido com trapos e uma mulher de aparência majestosa. As aparições são atribuídas a um dos seus primeiros donos, William de Soulis, pois diz-se que praticava magia negra.
Castelo Comlongon (Escócia)
A lenda diz que aparece uma mulher vestida de verde a chorar. As suas lamúrias se ouvem de uma maneira dilacerante. Crê-se que o fantasma é de Marion Currethers, que se suicidou lançando-se a uma das torres pois ele opunha-se a um matrimónio de pacto com que ele não estava de acordo.
Castelo St Donat’s (Gales)
Nele apareceu uma pantera, ouve-se o som de um piano e a lenda mais intrigante é a dos espíritos femininos: Estes se manifestam, uma anunciando desastres e a outra procurando o seu amor perdido.
Castelo Pevensey (Grã-Bretanha)
Lady Pelham morreu defendendo o castelo enquanto o seu esposo estava de viagem. A lenda diz que o fantasma de Lady Pelham aparece, assim como um exercito espectral. Também se ouve sons de guerra.
Castelo Balnagown Castle (Escócia)
Conta-se que “Black Andrew”, um homem declarado culpado de violação e executado no castelo, aparece neste lugar. Neste caso ele não só aparece como também é capaz de atacar os que o vêm.
Casas fantasma
Ruídos inexplicáveis, luzes que se acendem e apagam sozinhas, baixa de temperaturas repentinas, os objectos movem-se sozinhos, sombras que me movem pela casa, vozes ou lamurias que não sabemos de onde vêm… Os casos são bastante numerosos, desde da mais remota antiguidade. Na actualidade chama-se ao fenómeno da casa assombrada de poltergeist. Termo alemão que significa “Espirito ruidoso ou duende burlão”. Quando utilizamos esse vocábulo estamos descrevendo um grupo de efeitos estranhos como os que foram citados anteriormente.
Agora, temos que ver qual é a diferença entre uma “casa assombrada” e um “poltergeist”. A diferença principal é que os poltergeists parecem estar ligados a um agente ou “foco” determinado, enquanto os fenómenos ocorridos numa “casa fantasma” acontecem independentemente das pessoas que a habitam. Encontramos então, mais duas diferenças: os poltergeist não costumam durar mais que um ano e normalmente ocorrem de dia, enquanto que nas “casas assombradas” os fenómenos costumam durar anos e são principalmente de noite. Nesta última também pode chegar a aparecer fantasmas.
As casas fantasma sempre existiram, mas vamos mostrar-vos 2 casos para comprovar as suas acções: Uma coisa estranha que aconteceu lá para os lados de Epwort no século XVIII, foi a queda de cristais acompanhados com uma grande ventania e ouvia-se vozes agonizantes. Os móveis moviam-se sozinhos. Também destacar o casa da abadia inglesa de Borley, já no século XX.
Considera-se o lugar mais assombrado de Inglaterra, é muito conhecido pela sua música terrorífica que se ouve entre as suas paredes e pelo monge que caminha pelo átrio. Descobriram-se passagens secretas e restos humanos, mas infelizmente em 1939 a abadia ardeu com os seus enigmas ocultos para o resto dos tempos.
Em Espanha também há uma casa fantasma muito famosa. Apesar de não ser exactamente uma casa, é o quarto 510 do mítico hotel Corona de Aragón. Diz-se que este quarto está assombrado. Muitas pessoas não foram capazes de passar lá a noite, dizendo que ouvem vozes e gemidos aterrorizantes. Estes acontecimentos podem ter uma explicação: em 1981 faleceram 79 pessoas por consequência de um incêndio. Parece que essas almas continuam a morar nesse quarto, tentando abrir as janelas que naquele dia trágico estavam fechadas pelo fogo abrasador, convertendo aquele e outros quartos em crematórios vivos.
Barcos fantasma
Toda gente conhece histórias de barcos fantasma que andam pelos mares do mundo. Mas o mais conhecido deles todos é a do Holandês Errante. A sua lenda era tão conhecida que Wagner até criou uma ópera com ela, “O Navio Fantasma”. O Holandês Errante foi o arquétipo do navio fantasma.
O navio fantasma foi visto por muitos marinheiros. Entre muitas testemunhas encontra-se uma excepção: O duque de York, futuro rei Jorge V de Inglaterra. O jovem duque de dezasseis anos era aprendiz a bordo do “La Bacchante”. Na noite de 11 de Julho de 1881, enquanto o navio estava perto da Austrália, algo apareceu na escuridão. Uma luz próxima de parte alguma estava perto deles. Quando se encontrava em apenas 300 metros, foi possível ver do que se tratava: era um barco com uma aura de vapor a cobri-lo.
O diário de serviço do “La Bacchante” indica que este encontro foi testemunhado por muita gente. “Às quatro da manha, um barco passou pela nossa frente, a uma distância de trezentos metros, e se dirigia a nós. Uma estranha luz vermelha cobria o mastro, a ponte e as velas. Um estudante oficial foi enviado à vigia. Mas ele não viu nenhum rasto, nenhum vestígio de algum navio real. A noite era clara e o mar estava calmo. Os barbos “Tourmaline” e “Cleopatra” que navegavam a estibordo, à nossa frente, perguntaram se vimos a estranha luz vermelha”.
Outros casos de barcos fantasma
Em 11 de Julho de 1861, o “Inconstant”, barco da Royal Navy, navegava no Pacifico quando na madrugada um barco estranho cruzou-se no seu caminho. Coberto por uma luz florescente, tratava-se de um veleiro com dois mastros. O oficial de quartos, presente, foi o primeiro que reparei quando estavam a uma distancia de duzentos metros a bombordo. Um jovem aprendiz também o viu. O jovem correu para o ver melhor, mas o barco fantasma e a sua luz espectral desapareceram subitamente deixando o mar tão calmo quanto antes.
Em 1887, um barco que saía de São Francisco com destino a China, cruzou-se durante o seu caminho por um barco fantasma. Os homens da tripulação contaram que viram um antigo barco coberto por uma estranha luz branca. O barco que aproximava-se perigosamente, mas logo desapareceu subitamente. Outra curiosidade deste barco fantasma é que, como reconheceram os tripulantes, apesar de haver um vento muito forte, o barco tinha todas as velas fora.
Em Julho de 1934, a bordo do iate Mary Ann, o capitão Hampson navegava em mar aberto, quando entrou numa zona com nevoeiro muito espesso. De repente, um velho veleiro surgiu a estibordo á frente do iate. Hampson pôs a vela rapidamente para a esquerda, mas foi demasiado tarde. O Mary Ann bateu contra o veleiro. Mas estranhamente não houve nenhum estrondo de madeira partida. A única coisa que aconteceu é que o iate moveu-se e o outro barco, o antigo veleiro, ficou agarrado a ele. O capitão examinou o veleiro a partir do seu iate. Não havia nenhum ser humano na ponte. As velas estavam rasgadas e desapertadas. E apesar de haver brisa, o silêncio era absoluto. Nenhum ruído sequer… apenas um silêncio terrorífico! O barco desapareceu antes de Hampson ter visto o seu nome.
Vídeos de fantasmas
O vídeo mostra uma coleção de fantasmas e seres estranhos filmados pelo mundo todo.
Realmente assustador. Se você tem medo de fantasma… pule o vídeo.
Fantasma num elevador
Um dos mais conhecidos fantasmas capturados pela câmera de segurança de um elevador.
Fantasma em foto na Escócia
Uma das fotos mais famosas deste ano que circulam na Internet prometendo um verdadeiro fantasma entre as pernas das meninas.
Aparentemente a foto foi feita na cidade de Irvine.
O que vocês acham? fantasma ou photoshop?
Gravado o fantasma Pocong na Indonésia
POCONG é um nome popular de fantasma para povo indonésio, como o Drácula na Europa.
No ano passado foi gravado o vídeo que estão vendo aqui, até hoje ninguém conseguiu descobrir se é montagem ou não.
AcrediteSeQuiser.NET!
terça-feira, 8 de dezembro de 2009
O Espelho
Nancy Fieldman, uma garota bonita e inteligente, de origem humilde, trabalhava em uma mansão na Inglaterra, juntamente com sua mãe por volta do ano 1870.
Segundo a historia, Os senhor, dono da mansão onde Nancy e sua mãe trabalhavam era um homem com sérios problemas de personalidade, um "psicopata" sem escrúpulos, que tratava as duas muito mal, deixando para elas apenas as sobras de seus frequentes banquetes e um quarto frio onde as duas se acomodavam durante a noite, naquela mansão com inúmeros quartos quentes que ficavam trancados para o uso apenas dos hospedes e convidados.
Devido ao tratamento desumano e também a uma anemia profunda, a mãe de Nancy veio a falecer, deixando para sua filha seus únicos bens materiais, uma pequena boneca de pano e um espelho emoldurado em mármore, deixado por seu pai com o seguinte dizer: "Serei o reflexo de tua alma onde quer que esteja" (entalhado na parte inferior do espelho).
Nancy era uma garota tímida, porem muito sorridente, entretanto, com a morte de sua mãe, Nancy entrou em uma forte depressão e queria abandonar a mansão.
O dono da mansão, sabendo de suas intenções, trancou a garota em um porão, de onde ela não podia sair, e o que era pior, a garota passou a ser violentada todas as noites naquele lugar.
Certo dia, cansada desse sofrimento e sentindo muitas dores, Nancy tentou reagir as agressões a que era submetida, dando um golpe com sua boneca de pano na cara do homem. O dono da mansão, muito revoltado com a garota, esbofeteou-a e a asfixiou com a própria boneca.
A garota derrubou o espelho ao se debater e ainda sem ar disse suas ultimas palavras: "Serei o reflexo de tua alma onde quer que esteja"...
Semanas depois o homem foi encontrado com os cabelos completamente grisalhos, morto sem explicação com um pedaço do espelho entre as mãos.
Ate hoje a morte desse homem tem sido um mistério, dizem que muitas pessoas morreram ou ficaram loucas após se apossarem daquele pedaço de espelho, muitos dizem ver o reflexo da pequena Nancy.
Casa Mal Assombrada
História enviada por Ricardo Serravallo Junior na cidade de Pinhal do Sudoeste.
Minha familia havia comprado um sitio muito antigo na cidade de Pinhal do Sudoeste, corria uma história na cidade de que a antiga dona da casa havia sido assassinada pelo seu ex-amante a punhaladas dentro de um dos quartos, por isso aquele sitio era assombrado, ninguém deu muita importancia ao facto, achavamos que era coisa de caipira. Já na primeira noite, eu que era completamente incrédulo passei a respeitar todas as lendas e hisória que o pessoal conta pelo Brasil afora. O sitio era bem grande e antigo com uma aparencia sinistra, tinha 4 quartos, a cozinha não era ligada com o casarão antigo, nem o banheiro, por isso a noite eu tive que dar a volta pela casa para conseguir tirar agua do joelho, neste momento pude perceber alguem parado próximo a um arbusto me observando, nem fui ao banheiro, voltei correndo o mais rapido que pude e enfiei-me em baixo dos lençóis, passando a ouvir varios ruidos pelo corredor, arranhando as paredes, e as vezes até uns gemidos de dor, até que de repente tudo ficou no mais absoluto silencio, ouvindo apenas os animais noturno. Quando amanheceu o dia não contei nada a ninguém. O dia estava correndo normalmente, vez ou outra, viamos algum animal andando pelas arvores ou colhendo frutos no chão, a tarde passou e a noite chegou. Eram aproximadamente 2:00hs da manhã, quando o barulho começou novamente, eu tremia todo de medo, a porta do quarto estava entreaberta, como não havia iluminação elétrica no sitio (o sitio era bem antigo, mesmo), minha mãe deixou uma lamparina no meio do corredor, isso fazia com que eu conseguia ver se alguém passava diante do meu quarto, quando percebi alguém andando em direção ao quarto dos meus pais, achei que fosse minha mãe, pulei da cama corri para o corredor, pois estava com medo e tinha um sofá velho no quarto dos meus pais eu achei que minha mãe deixaria eu dormir lá, já que esta seria nossa ultima noite naquele sitio velho e bizarro, assim que alcancei minha mãe no corredor eu a toquei pelo ombro, e tomei um susto enorme, não era a minha mãe, era uma outra mulher em estado de decomposição, no lugar de seus olhos, percebi apenas manchas de sangue, gritei e sai correndo em direção ao meu quarto, joguei-me em cima da cama e a figura monstruosa estava parada na porta do quarto olhando para mim, não me lembro de ter visto meu irmão, porém ouvi seu grito, chamando meu pai, quando olhei novamente em direção da porta, já não havia mais ninguém, segundos depois entraram meu pai e minha mãe no meu quarto, eu contei o que havia acontecido mas eles não se importaram muito, até o meu irmão dizer que havia visto alguem parado na porta do meu quarto, ele achou que fosse minha mãe, e a chamou, mas quando ela virou ele percebeu que não, ele viu que era uma mulher velha e feia com o rosto pálido que parecia que ela estava morta. Parece que quando meu irmão contou essa história, meus pais perceberam que não era pesadelo que eu tive, pois nunca ouvi casos de pessoas que partilham seus pesadelos. Nós ficamos com aquela casa cerca de 3 anos, até que de tanto eu não ir, meus pais resolveram vender o sitio.
