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As pílulas anticoncepcionais são nada mais do que esteróides usados de forma isolada ou em relação com seu intuito básico de impedir a concepção, isto é, a gestação. São compostas por dois hormônios sintéticos, o progestogênio e estrogênio, ambos semelhantes aos hormônios produzidos no ovário da mulher, sendo que podem ser classificados como combinadas ou apenas como manipuladas ou progestogênio, no qual a primeira é composta por progestogênio isolado, enquanto o segundo é composto de um estrogênio associado ao progestogênio. A pílulas combinadas são divididas em três categorias, sendo as monofásicas (conta com dose de esteróides constante nos 21 ou 22 comprimidos da cartela), as bifásicas (conta com dois tipos de comprimidos, com os mesmos hormônios, mas com proporções distintas) e as trifásicas. As pílulas combinadas atuam no organismo para inibir a ovulação, o que provoca modificações nas características físico-químicas do endométrio e também do muco cervical, assim quando utilizadas corretamente proporcionam uma grande eficácia para evitar uma gravidez indesejada, pois o seu índice de falha é de aproximadamente 0,1% no primeiro ano de uso, e seu prazo de validade é de dois a três anos, dependendo do fabricante.
A forma correta de utilizar a pílula anticoncepcional é ingerir o primeiro comprimido no primeiro dia do ciclo menstrual ou então, no máximo até o quinto dia, no primeiro mês de uso. Depois, a mulher deve ingerir um comprimido por dia até o fim da cartela, dando atenção ao horário, isto é, procure tomar os comprimidos todos os dias nos mesmos horários. Com o fim da cartela, isto é, dos 21 dias, deve-se fazer uma pausa de sete dias e iniciar uma nova cartela, independente do início do fluxo menstrual, sendo que se a cartela dor a de 22 pílulas, dê um intervalo apenas de seis dias. No entanto, caso não ocorra a menstruação no intervalo entre as cartelas, a mulher deve começar uma nova cartela e procurar um médico ou o serviço de saúde para descartar a hipótese de gravidez.
A pílula anticoncepcional pode ser receitada para amenizar as inflamações pélvicas, de cistos no ovário e até mesmo reduzir a anemia, mas também existem outros casos. Dentre os efeitos colaterais do uso da pílula anticoncepcional, encontram-se: modificação no humor, sangramento prolongado durante os intervalos irregulares, vômitos, náuseas, mal-estar gástrico, tonteira, cefaléia, dor nos seios e cloasma (distúrbio na pigmentação da pele). Entretanto, ainda há drogas que podem diminuir a eficácia anticonceptiva da pílula, sobretudo, os tratamentos prolongados, e nestes casos é preciso indicar métodos alternativos, como antirretrovirais.
Fonte: http://www.blogdicas.com.br
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