Cáries, doenças nas gengivas e amígdalas são as principais causas de mau hálito, mas condimentos e drogas contribuem para o problema.
Ter mau hálito matinal é fisiológico e ocorre por conta do longo período de jejum durante o sono. Há uma baixa produção de saliva e as células epiteliais se descamam e ficam na boca.
Como não nos alimentamos durante o sono, não deglutimos e não temos a ação detergente da saliva, essas células entram em putrefação. Outras halitoses podem ter causas locais, sistêmicas e psicológicas.
A halitose é multifatorial e pode se relacionar com os fatores locais (cáries e lesões na boca) e não bucais (rinites, faringites e amigdalites, entre outros). Há ainda fatores sistêmicos, como problemas gastrintestinais, pulmonares, hormonais e diabetes, entre outros.
Outras causas frequentes são: infecção microbiana subgengival que causa desnutrição dos tecidos de sustentação dos dentes; e lesões provocadas pelo fumo e uso de álcool e drogas.
A higiene oral previne o mau hálito de origem bucal. Deve-se ter atenção à escovação, com o uso de técnicas adequadas, limpando a língua para eliminar a saburra, usar o fio dental e enxaguatórios bucais.
Para definir o tratamento é necessário saber a causa. Quando o problema é causado por doenças, medicamentos ou drogas, o dentista deve orientar o pacientes para adequar as doses de medicamentos ou sua substituição.
Pesquisas apontam que 87% das causas de halitose são de origem bucal e 32% destas têm origem nas gengivas.

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